sexta-feira, 28 de novembro de 2008

try try try.

Pop tart, will it matter?
If I lose and just shatter
Will you cry, and keep crying?
Will I die, and keep dying?

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

a declaração.

vc non merece. e ainda assim eu faço, e ainda assim eu desvio meu caminho. sinto-me estúpida por agir assim e questiono a razão do meu comportamento pq o foi pela sua mãe, foi pela minha mãe de fato non me convencem. tvz eu realmente seja capaz de praticar boas ações ocasionalmente, livre de mágoas. às vzs me questiono pq eu faço questão dessas pequenas coisas. para te mostrar que non sou de toda ruim? para te mostrar que eu mudei ? mudar oq, déos!!! para que então? para eu msma dormir mais tranquila com a consciência leve? ah, vamos la! remorso eh algo que non sinto desde que me entendo por gente! para que então tudo isso, esse gasto de energia pra ajudar logo vc? serio... pq vc non... some? isso. some da minha vida e dos meus dias e dos meus amigos e do meu passado. some de mim!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

¬¬

como diria meu pai: "vá foder caralho!"
prontofalei.

much better.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

em alguma lugar do tempo - bikini cavadão.

Não guarde mágoa de mim
Também não me esqueça
Talvez não saiba amar
Nem mesmo te mereça
Como as ondas do mar
Sempre vão e vem
Nossos beijos de adeus
Na estação de trem
Um gosto de lágrima no rosto
Palavras murmuradas
Que eu quase nem ouço
Que eu quase nem ouço...

Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Em algum lugar
Ainda estamos juntos
Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Prá sempre, prá sempre
Ficaremos juntos...

Não tenha medo de mim
Não importa o que aconteça
Não me tire da sua vida
Nem desapareça
Como as ondas do mar
Sempre vão e vem
Nossos beijos de adeus
Na estação de trem
Um gosto de lágrima no rosto
Palavras murmuradas
Que eu quase nem ouço
Que eu quase nem ouço...

Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Em algum lugar
Ainda estamos juntos
Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Prá sempre, prá sempre
Ficaremos juntos
Juntos...

Em algum lugar no tempo
Nós ainda estamos juntos
Prá sempre, prá sempre
Ficaremos juntos
Não guarde mágoa de mim!

vai entender...

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

a viagem - e non se trata daquela nova da globo.

coração apertado pq ele estah de partida. ele sempre esteve e eu sempre soube, mas agora em novembro, nada mais que o mês da viagem propriamente dito, tudo tah tao saudoso e com gosto de 'quero mais!'. e querer eh tudo que posso - infelizmente.

quem me viu, quem me vê. ainda bem q eu jah desisti de escrever o que digo pois a verade absoluta de hoje se torna obsoleta no dia seguinte. e desse jeito meio doido, meio instável vou levando as coisas. o importante eh q apesar dos atropelos, eu non desisti de renovar minhas esperanças a cada dia. tão pouco desisti de ser feliz, ainda mais com alguém tão fofo e disposto a fazer dar certo. os dispostos se atraem.

a única parte chata eh q parte das palavras parecem perder sua força quando lembro que esse ser mirabolante estah de partida. abril. antes fosse despedaçado, pq cacos serão os dias que antecederão seu regresso. ou non, ne? non sejamos tão dramáticas.

"(..)Mas se eu sentir/ Que nós estamos juntos/ Longe ou a sós/ No mundo e além/ Pode crer que tudo bem/ O amor só precisa de nós dois/ Mais ninguém./ Se você quiser/ Ser meu namoradinho/ E me der o seu carinho/ Sem ter fim/ Prá você eu digo: Sim! "

rita lee. pq hoje eu acordei com vontade de ser sua namoradinha. mas isso eh segredo.

domingo, 2 de novembro de 2008

descobrindo e sendo descoberta.

faz um tempo eu tive uma grande amiga, mas sabe déos pq [e eu espero que ele tenha uma boa justificativa!], ele a levou de mim. fico puta pq foi num momento meio crítico, onde 'mudança' estava super em alta, mas qd penso que existem pssoas que sequer tiveram a chance de conhece-la, sinto-me a guria mais abençoada ever e dou-me por satisfeita por te-la ativa em minha vida nos 2 anos que eu non quero esquecer nunca.
além dela, tive outras amigas, eh claro. mas ela era a the one for me. era tipo a minha metade, que tinha as mesmas vontades e anseios. a mesma cabeça torta. e compartilhávamos tanta coisa que quando ela se foi eu realmente achei que um pedaço se foi com ela. com ela eu podia ser eu mesma em essência que eu sabia que ela ia gostar de mim mesmo assim. e quando eu sofria, eu falava exatamente o que e o pq daquilo me corroer. ela brigava comigo quando necessário e vice-versa, mas nunca deixamos de nos apoiar. os ultimos 6 meses, por assim dizer, non foram tão bons, mas non sao desses momentos que quero falar. quero enfatizar que desde dia que ela se foi eu me senti fraca e carente. carente de amiga. de uma companhia feminina disposta a me acompanhar pra onde eu fosse.
houve a faculdade, e os amigos que vem no pacote. amigos, pq de amigas, ahhh, elas sempre vinham com restrições. consegui peneirar um punhadinho de 3 ou 4, mas nunca uma que me seguisse ate onde minha cabeça me levasse. uma quase me convenceu que seria minha fiel escudeira, e acho que ela realmente gostaria desse papel, mas a vida da tantas voltas que o caminho traçado pra/por ela faz com que outra pssoa precise bem mais dela do que eu. e eu entendo, sem mágoas ou rancor, embora essa lacuna pese vez ou outra.
e um dia eu estava ali. e outra pssoa estava no mesmo lugar. compartilhávamos amigos então, de cara, algo já tínhamos em comum. non sei se fomos apresentadas, mas o que era esporádico foi se tornando cada vez mais constante. coisas aconteceram na minha vida e essa nova pssoa simplesmente se fez presentes, disposta a dar ponto nas feridas abertas - a condição era que fosse sem paleativos pra dor, ou anestesia. se havia uma ferida, iríamos limpar com álcool, água oxigenada, o que fosse. se a bala ainda estivesse la dentro, iríamos tirar, sem problemas. mas tudo na cara e na coragem, 'na raça', como dizem por ae.
ela me mostrou novamente o mundo da sinceridade. onde as pssoas sofrem e morrem todos os dias. onde as pssoas amam e tem seus corações selvagemente dilacerados. onde as pssoas riem, mas na maior parte do tempo estão chorando por dentro. ela soube me entender, sem necessariamente passar a mão na minha cabeça e dizer as mentirinhas que eu tanto queria ouvir. em vez disso, eu ouvia a verdade que estava do lado de fora do meu fantástico mundo, a um palmo do meu nariz. eu ouvi que a feriada ia doer [e por déos!, como doia], que ia piorar. numa época conturbada quando houve uma pausa, eu ouvi que era pra eu non me iludir pq era passageiro, e que ia demorar pra que tudo acabasse de vez. ela me dizia tantas coisas que eu fia boquiaberta, mas tudo oq ela me dizia era apenas a verdade, sem as minhas maquiagens e fanatsias de costume.
non sei bem como nem pq, eu ja non tenho escolhas, eu participo do seu jogo. e gosto tanto. e me sinto tão bem ao seu lado, que eu só quero fazer por ela o que ela tem feito por mim.
minha vida, senon mais facil, ehmto mais engraçada com ela - oq da praticamente no msm. eh bom saber que tenho pra onde correr, e tenho novamente com quem dividir. tantas linhas apenas pra dizer que eh bom saber que, de novo, non me sinto mais sozinha...

obrigada. por um milhão de coisas, mas hoje, obrigada apenas por existir na minha vida.

pra vc, o melhor e o pior de mim: a verdade.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

e dessa vez foi ele que disse adeus.
saudades sinceras. ou inventadas. mas tanto faz.
apenas saudades.

"o bom da distância eh exatamente ela". ma num eh?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

sunny days.

definitivamente meu problema eh pensar demais, me preocupar demais... tudo sempre tão demais que acabo enxergando de menos os fatos como eles realmente são.
graças a um fio de consciência, mais palavras consoladoras [ou nem tanto] e uma ajuda das runas on-line e da sorte do orkut, simplesmente resolvi me reservar o direito de non tomar nenhuma decisão, apenas pelo simples fato de non correr o risco de ser precipitada e acabar magoando [mais] pessoas.

e aquilo que eu fugi o fds inteiro, matutando histórias fantásticas que pudessem justificar minha ausência agora quase deixa saudades. e pq non? qual o problema em simplesmente ser feliz, ainda que apenas por algum momento? non seria a felicidade aquelas pequenas coisas que acontecem justamente quando estamos à procura da mesma?

permitir-se... sim. aquilo que eu tanto disse. aquilo que ouvi de uma boca que eu jamais quis. e simplesmente aquilo que era o melhor a ser feito. o saldo? um afago no coração, uma massagem no ego, um banho de loja na auto-estima e sessões de sexo intensas e vertiginosas - como sempre. então "oras!", te digo! "mas nem tudo estah perdido". nem tudo. a non ser que eu queira, e nesse momento "eu quero ser feliz antes de mais nada", bem no estilo claudia leite em extravasa [nada mais, nada menos que o hit que marcou o congresso, mas congresso WHO?].

at work agora. with my supposed love mais tarde. and alone amanhã. mas eh soh amanhã e ainda falta muito pro sol dar lugar a lua.

sem mais delongas, estou feliz. e nada de me remoer pela conversa de saldo aparentemente positivo. nada de sufuder. nada de pessoas que marcam meu passado. quero apenas um marca-texto para marcar aqueles que fazem a diferença no agora e aqueles que ainda querem fazer a diferença no futuro. mas no futuro, meu caro, o buraco eh mais embaixo... hahaha. vai e volta que a gente volta e vê.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

here we go again...

hoje eu acordei meio assim, sem vontade de acordar.
coração apertado o dia todo. um milhao de coisas passando pela minha cabeça, e o que eu achei que podia ate ser bom, descubro que non eh com apenas uma frase. uma frase.

o tempo todo atiramos aquilo que pensamos nos que estão ao nosso redor, ao mesmo tempo que somos metralhados com a onda de pensamentos alheios. às vzs sutil, assim, de leve. às vzs nem tanto, apenas um deslize, um devaneio. às vzs no simples intuito de te foder. non sei bem em qual categoria eu poderia encaixar certas palavras que ouvi, mas sinceramente meu pingo de auto-preservação pede pra que eu simplesmente fique na minha e deixe as coisas acontecerem.

eu sempre tive essa fome de acontecimentos. essa ansiedade avassaladora. querer acelerar o filme só pra ver se o final eh legal. o chato eh que na maioria das vezes o final e apenas... o final. e toda aquela expectativa depositada non se comprova. e toda aquela perspectiva projetada non passa de fruto do meu fantástico mundo. e embora eu ja esteja pra la de acostumada com esse tipo de coisa, eh sempre triste dizer adeus pelo simples fato de toda despedida ser triste.

mta coisa na cabeça ao ponto de que às vzs parece simplesmente non ter nada. mto barulho, mto barulho e... zzzzzz: o barulho do silêncio.

e nesse turbilhao de sentimentos emerge a boneca que vos fala. meio rindo, meio chorando. meio decidida, meio querendo colo. tão certa de si e tão carente. talvez, no fim das contas, seja esse o preço de ser mimada: essa non vontade de tomar "decisões decisivas" e ir enrolando, vivendo e fantasiando, apenas para ganhar mais tempo. isso quando non pinto, recorto, customizo e deturpo a realidade soh pra non encarar de frente as consequências de meus próprios atos. e disso tudo eu tiro apenas uma conclusão: minha diversão estah custando um pouquinho caro pra mim. e viva o eufemismo.

ah, meus devaneios. ah, cabeça torta que non se decide e que brinca de faz-de-conta comigo e com os que estão ao meu redor. ê vontade doida de apagar tudo soh pra fingir que estou bem. e pq non? partiu criar um blog secreto? partiu.

ctr a + ctr z
e pensa numa musica pra colocar no fotolog enqt salvo isso no bloco de notas.

ta vendo? novamente um refugio.
mas eu ainda tenho tempo pra admitir que sou fraca, vai... nem precisa ser agora. hahaha.

me divirto comigo mesma ao passo que começo a cogitar que tvz eu realmente precisasse de ajuda médica.

who knows?
who fucking knows?
pq quem sabe dos meus problemas sou eu, oras!

câmbio, desligo.

orgulho? faça um blog. de novo.

e eh assim o 1ro post do meu mais novo brinquedo.